Primeira Bienal 'Floating' a acontecer na Antártida

Primeira Bienal Internacional de São Paulo - 1951 (Junho 2019).

Anonim

Inspirado pelo potencial da Antártida como uma 'tela em branco', 2016 verá a primeira Bienal da Antártica. A ideia do artista russo Alexander Ponomarev, com o apoio do curador Nadim Samman, a bienal acontece a bordo de dois navios que vão estabelecer a venda para uma expedição em março de 2017 a partir de Ushuaia.

O ethos da bienal é baseado na ideia de que a Antártida existe como o último continente livre do mundo. O Tratado Internacional de 1959 detalha que o continente não pertence a nenhum estado. Em vez disso, a terra desabitada deveria ser usada inteiramente para fins criativos e pesquisa científica, tornando-se o cenário ideal para artistas de todas as nacionalidades se unirem e mostrarem seu trabalho.


O evento será realizado em dois navios da Academia Russa de Ciências, normalmente usados ​​para viagens de pesquisa. Eles estão bem equipados e são capazes de facilitar a expedição e planejam acomodar 50 a 100 exploradores, metade dos quais serão os artistas apresentados na exposição. Os navios devem zarpar da Argentina para as Ilhas Falkland, para o sul da Geórgia, através da passagem de Drake, antes de finalmente chegar à Antártida. Em cada parada, os artistas montam suas instalações portáteis, exibem suas peças e exibem suas performances. Cada parada individual será documentada em detalhes usando fotografia e filme, e após a viagem, há planos para várias exposições serem realizadas em vários museus russos, americanos e europeus.

Os navios começarão em Ushuaia, parando temporariamente em vários locais antes de completar sua jornada na Antártida. Acomodando artistas e equipe técnica, a viagem toda deve durar 10 dias, dependendo das condições climáticas. A Bienal Antártica deve acontecer a cada dois anos, com o objetivo de se apresentar como um "laboratório flutuante de idéias sobre a humanidade".